O ESTADO DO TERROR ISLÂMICO
O estado islâmico é uma ameça à paz mundial porque os terroristam pregam morte aos infiéis do alcorão. Os terroristas islâmicos não repeitam nenhuma outra religião e não reconhece nenhuma outra religião.
O estado Islâmico. O estado Islâmico promover a guerra e a perseguição aos que não se enquadra em suas ideologias.
O Estado Islâmico persegue cristãos e judeus.
O estado islâmico não é uma religião de paz.
O estado islâmico não é uma religião do bem.
Deus não está na religião dos muçulmanos porque o Deus verdadeiro que fez os céus e a terra e tudo que neles há é amor.
Deus não ensina ninguém fazer mal à ninguém.
Desde o surgimento do islamismo, pelas mãos de Maomé (570-632), o mundo viu a ascensão de um império que reunia política e religião. A partir do sétimo século, a expansão dos princípios religiosos muçulmanos alterou a formação dos países.
Após Muawiyyah, o quinto califa a ser escolhido, a hereditariedade passou ser a forma de sucessão. Já haviam se estabelecido as divisões dentro do Islã, principalmente os sunitas e xiitas. O império islâmico continuou avançando e com isso ocorreram várias mudanças políticas e comerciais, que culminaram na criação do chamado Império Otomano, de dominação turca.
A partir de 1517, o sultão otomano também era chamado de “Califa do Islã”. Foi durante os 600 anos do Império Otomano que o califado atingiu sua extensão máxima, conquistando parte da Europa, todo o Oriente Médio, o norte da África e chegando até o sul da Rússia. Após sua derrota na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o governo otomano viu seu território ser partilhado, sendo extinto oficialmente em 1924.
Desde então o mundo não ouvia mais a palavra “califado” para se referir a um domínio religioso islâmico que ultrapassa fronteiras geopolíticas. Mas recentemente a organização terrorista conhecida como ISIS retoma o conceito e quer ser chamado apenas de Estado Islâmico. Abu Bakr al-Bagdadi, seu líder, passou a se designar “califa de todos os muçulmanos”. Atualmente eles dominam grandes faixas de território da Síria Oriental indo até o norte do Iraque. Eles já anunciaram novas aquisições de território e preparam seu avanço para países vizinhos.
A-Bagdado afirma ser um “sucessor” de Maomé, mas para a maioria dos muçulmanos, o cargo deveria ser do rei da Arábia Saudita, chamado de “Guardião dos Dois Lugares Sagrados”, pois naquela nação estão as principais cidades sagradas para os islâmicos: Meca e Medina.
Nos últimos anos, muitas facções rivais tentaram reunir o mundo islâmico, sempre reivindicando manter a sucessão legítima do profeta Maomé. A Irmandade Muçulmana, apoiado pela Turquia e Qatar, é uma dessas facções, que chegou a subir ao poder no Egito, mas saiu enfraquecida. A Al-Qaeda, nos tempos que era comandada por Osama bin Laden, também tinha a esperança de ser reconhecido como tal.
Com o fortalecimento do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS), que ultimamente passou a se denominar apenas Estado Islâmico, o ressurgimento do califado é uma ideia que assusta os outros países árabes da região.
Na tentativa de demonstrar seu poder, o ISIS tem derramado muito sangue, executando cristãos (decapitados e crucificados) além de traidores muçulmanos, que eles consideram apóstatas ou rivais.

Al-Baghdadi discursa numa mesquita em Mossul.
O Estado Islâmico se fortaleceu com a guerra civil na Síria, atraindo militantes de vários países do mundo, o que está ajudando a disseminar suas ideias sobre esse novo califado. Para os EUA, ele representa um perigo real. Desde 2011, o governo de Obama oferece uma recompensa de US$ 10 milhões para quem der informações que levem à morte ou captura de al-Baghdadi.